Estado Mai 18, 2016 Crédito: Assessoria de Imprensa / Fetag

Fetag entrega pauta do Grito da Terra Brasil a Sartori nesta quinta-feira

A direção da Fetag entregará amanhã (19), às 11h30min, a pauta do 22º Grito da Terra Brasil ao governador do Estado

- Foto: Divulgação

A direção da Fetag entregará amanhã (19), às 11h30min, a pauta do 22º Grito da Terra Brasil ao governador do Estado, José Ivo Sartori, no Palácio Piratini. Tendo como lema "Para nossa permanência no meio rural: terra, saúde, educação e previdência social", as ações do Grito da Terra acontecerão no dia 31 de maio, em Porto Alegre. O presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, adianta que o documento está centrado em três pontos fundamentais: saúde, previdência e políticas públicas para a agricultura familiar.

A Fetag já tem a confirmação de que mais de 3 mil pessoas de todas as regiões do Estado virão à Capital participar das manifestações. O dirigente disse que a categoria busca valorização e destaca que inúmera políticas existentes no meio rural foram conquistadas através de mobilizações. Cerca de 378 mil famílias no RS produzem e fazem do meio rural um modo de vida, garantindo a soberania e segurança alimentar. "Hoje se vive o descaso com os agricultores familiares, fato que pode ser constatado pela falta de apoio à produção e comercilização dos produtos, diminuição dos investimentos e infraestrutura no meio rural. Soma-se a isso a precária situação da saúde, com hospitais fechando as portas por inexistência de repasse dos recursos públicos", justifica.

A pauta também contempla pontos em âmbito nacional, continua Joel, como a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a ida da Previdência Social para o Ministério da Fazenda, que representam um claro retrocesso às conquistas obtidas em anos anteriores. "Sem falar na proprosta de reforma previdenciária que, se aprovada, irá tirar direitos significativos dos trabalhadores rurais. Então, queremos chamar a atenção dos governantes, tanto estadual quanto federal, que não aceitaremos retrocesso. Os trabalhadores rurais estão organizados e continuarão mobilizados, gritando e cobrando a manutenção e ampliação de seus direitos", alerta.

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